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segunda-feira, 10 de março de 2008

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Dia 1!! (*Dia Mundial da Paz*, 2008 começou bem!!)


Salvador, adorei. Obrigada. Leiam também. Foi isto que fiz hoje ao acordar, são estas inspirações que precisamos para começar um ano. Porque a força de vontade se descobre, e porque todo e cada um pode estender uma mão e ajudar. Cativante.


1 de Janeiro, Primeiro Dia do Ano, chamem-lhe o que quiserem, estamos em 2008. Que seja um ano de união, uma nova contagem... e que todos os dias sejam dias de Paz.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

domingo, 23 de dezembro de 2007

Nataliciamente


"É Natal, é Natal, tudo bate o pé..." - isto faz sentido!??

talvez não gostem do Natal por ser, agora, uma festa comercial..mas quero que saibam que só o é se quiserem..

Já pensaram? Têm mãos para quê? Pés para quê? Façam as vossas proprias prendas! Garanto que os presenteados se sentem bem mais especiais.

E já que o Natal é quando o Homem quiser... façam o Natal quando quiserem..todos os dias seria o melhor...já que no Natal as pessoas tendem a ser mais pacíficas...mesmo que forçosamente...

Acho que se assim fosse também não haveria tantos esgotamentos e crises nesta época...

desejo-vos um

FELIZ NATAL...

sorriam, aproveitem, sejam crianças.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Banco Alimentar - contribuiram??


É tão fácil que não o fazer é crime. Alimentem esta ideia.

Alteração das Regras de Trânsito


Mas que raio!? Anda-se pelo meio da estrada não?? - Ah pois foi!!

Todos Rumo às Nações!!!


Hoje, Amanhã e Depois (7/8/9 de Dezembro) pudémos e podemos ver o expressar das opiniões de activistas da Greenpeace e Action Aid International.


-Contra a Fome

-Contra as Alterações Climáticas

-Contra o Abate das Florestas Africanas


Todos rumo ao Parque das Nações... deixem-se levar pelo entusiasmo, e tomem um partido, não interessa qual..mas tomem..


(podem ver estes protestos na Torre Vasco da Gama..ou no telejornal...)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

A Ânsia do Tempo

E quando o tempo não passa

e os relógios não andam
A ânsia fervilha
numa frágil tacinha

O tempo não anda
Não pára de não andar
Não avança
Não se cansa
Alguém o faça mudar!

Parados
todos estamos
e cansados
do tempo duvidamos

Tamborilamos
Assobiamos e gritamos
Pois cansados estamos
do tempo esperar

Estamos acorrentados
a este lugar
Por favor
alguém convença o tempo a andar!

Já de unhas roídas
(e boca arreganhada
que não tarda a espumar!)
É raiva sintética
fruto do tempo parar.

E em delírios meio apagados,
estamos conscientes,
mas sonhados.
Fatigados.

Sabemos que nem um tudo nada mudou.
Só que a nossa vela ainda não se apagou.
Para a minha Família.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Filosofando?, Não sei.


Apresento-vos mais uma das minhas espirais de pensamento, durante um aula de filosofia em que provavelmente deveria ter estado a prestar atenção:

A tua ilusão é a minha realidade.
Da ilusão nasce a realidade.
A inexistência traz o ser.
A vontade dá o resultado.
A vontade é a razão.
Sem liberdade não há escolhas.
Sem escolhas não há valores.
Sem liberdade não há valores.

______________________________

EU NÃO SEI.
Não sei.

Posso não poder fazer escolhas, mas mesmo não sendo livre posso ter valores.. - Não sei.
Eu sou a minha reflexão. A Humanidade é a sua consciência. - Não sei.
"Só sei que nada sei." - Não sei.
Tudo é relativo, apenas depende da sua definição. - Não sei.
Sei, Sei, Sensei - Não sei.
Se não sei o que sei, o que sei? - Não sei.
A minha realidade é minha, tudo se pode fazer. - Não sei.


EU NÃO SEI, EU PENSO - EU NÃO SEI.
O que chamo pensar, pode não ser verdadeiramente pensar, por isso não sei. - Não sei.~

Não sei - Não sei que não sei, não sei que não sei que não sei - Não sei.


E se souber? - Não sei.

O que é que eu sei?
O que é que é saber?

E que tal: Não sei. ?

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Confessions of a Sand Box - parte III


Bem...caros leitores..isto de vida de gato, ao contrario do que se diz por ai..não é fácil..muito menos a de gato escritor..e tudo porque decidiram fechar a a porta do escritorio...


Ora bem, relatando os últimos tempos aqui em casa...


Aqui a dona (do blog), queixa-se de não saber estudar..e parece estar numa de estragar as suas células epitileais...primeiro ao tentar enfiar-me dentro da gaiola para ir...pronto, já sabem, ao VE-TE-RI-NÁ-RIO...e obviamente tod a familia quis dar numa de profissional ao tentar enfiar-me la dentro..depois porque vá..a culpa é dela, assustou-me e eu saltei até ao tecto..arranhando-a pelo caminho...e depois não sei o quê... uma sobremesa..e um facalhão a cortar um marmelo ou o que era..pimbas lá foi um dedo...(e é mesmo chata..está sempre a mostrar o corte a toda a gente!)

Depois foram todos dar um passeio..mas nãããããoooo..como são HUMANOS não levam trela..e depois veem com desculpas..ah-e-tal mas nós só vamos à FIL..à Arte Lisboa..poispois

Aqui o menino da aldeia não pode ir porquê? que eu saiba há um dia especial na FIL só para animais...porque é que nunca me levam hein???


por isso tem sido esta a minha semana...estranha...


adeus meus caros..

Z. Saramago

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

A Liberdade e as Cerejas - Junho 2006


Há muitos tipos de Liberdade, desde a Liberdade de expressão, à Liberdade religiosa, passando pela Liberdade política...
Quando pesquisamos na Internet o que é a Liberdade, aparecem-nos caixas de texto assim....

“Em filosofia, há várias concepções de liberdade, umas bastante distintas das outras. As teorias da liberdade dizem respeito à metafísica e à ética, à política. A liberdade é uma noção que designa, de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do humano. De maneira positiva, ela designa a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários...”

...mas acho que a Liberdade é mais do que isso. Está certo que ela é um direito mas acaba por se tornar uma responsabilidade. Devemos estimar aquilo de que gostamos. Infelizmente muitas vezes apenas nos apercebemos do que gostávamos até o perdermos...
Não sei como é perder a liberdade, pois acho que sempre a tive (se bem que não devemos tomar tudo por garantido!) mas imagino que seja algo de muito doloroso...
A Liberdade é uma coisa que nos vai sendo cedida, por exemplo, quando somos pequenos temos liberdade para fazer umas coisas mas outras já não... e como tudo, isso é algo que mudará com o tempo...
A Liberdade é uma coisa que necessita de ser construída...
Imaginemos que não tínhamos Liberdade de expressão, viveríamos num mundo frio, feito de tabus e ninguém poderia (ou pelo menos não teria autorização!) para se opor a esse mesmo mundo de fala-se-disto-e-só-disto-e-de-mais-coisa-alguma.
Já passámos por muitas faltas de Liberdade, desde perseguições religiosas, aos tempos anteriores ao 25 de Abril...
O mais surpreendente é que ela necessita de ser controlada. Quem diria, a própria Liberdade a ser controlada!, mas é isso mesmo! Porque tudo tem de ter algum limite, desde a violência, até ao amor, e passando também pela Liberdade!
Pois se não fosse, como viveríamos!? Seríamos uns pobres descontrolados a fazer tudo o que nos vinha à cabeça, e nisto ultrapassaríamos a barreira dos direitos dos outros, mesmo que estes não estivessem enumerados...
E talvez já tenha sido assim, até que algum génio incompreendido se tenha lembrado de que talvez fosse melhor começar a controlar um pouco essa tal Liberdade. Esse génio deve ter sido considerado um ditador nos seus tempos, mas não terá sido o único...mesmo que tenha sido o primeiro!
Acho que ao redigir este texto consegui encontrar a minha definição para Liberdade, a Liberdade é a ténue linha que separa o descontrolo da ditadura total. E tal como o suposto génio talvez não seja imediatamente compreendida...
Apenas digo que a Liberdade tem de ser mantida e cuidada...
E, se repararmos, quando se fala de Liberdade, fala-se automaticamente de autorizações, de ditaduras, de escolhas...
..mas sabem como é, as conversas são como as cerejas..."

domingo, 28 de outubro de 2007

Lágrima de Preta - de António Gedeão


"Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio."
Para quem a curiosidade canta, clicar no título é uma boa opção.

sábado, 20 de outubro de 2007

Quem sou? / Vou arranjar um "e"


Hoje percebi que não sei quem sou...quer dizer, eu sou eu, mas o que é que isto quer dizer??
Não sei o que os outros vêem...Não sei o que ver...
Mas sei o que não sou...(e já não posso dizer "só sei que nada sei.."!)
Não sou...-Nem sei!
Não saber é irritante, misterioso, e não saber como saber é ainda mais!
Disseram-me que é muito dificíl saber realmente como os outros me vêem..mas será que quero saber sequer?? Valerá a pena? E se eu não gostar? Se me arrepender? - Não posso.
Saberei quando tiver de saber...
Mas por agora o "eu sou eu", ou a variante "sou quem sou" terão de chegar! Porque senão começo num rodopio de pensamentos em que fico estática e sinto-me vazia de tudo e sugada daquilo que ainda não sei o que sou... - Puxa! É difícil ser sugada de uma coisa que não sei o que é...
É que não posso dizer "Olá, sou a "Maria" e..." porque não tenho um "e", há algumas mas acho que não são suficientememente definidoras de mim, ei-las:


Hipotese A - "Olá sou a "Maria" e quando chego a casa descalço-me e atiro-me para o sofá."
Hipotese B - "Olá sou a "Maria" e como iogurtes."
Hipotese C - "Olá sou a "Maria"e ..." - nesta altura finjo que desmaio e os meus ouvintes ficam em suspense para saberem o meu "e"...

Já imaginaram ir a uma entrevista de emprego, ou mesmo numa simples conversa, apresentar-me e usar alguma delas?? - fogo! até esta frase tem um "e"
Não são viáveis nem plausiveis, e não posso usá-las para sempre...
Será que preciso de um "e"? Não posso ser a miúda sem "e"? Mas depois esse seria o meu "e"!

Que labirinto!
P.S. A razão principal pela qual não posso dizer "Olá sou a "Maria" e..."
... é que eu não me chamo Maria!:)

domingo, 14 de outubro de 2007


Como guia que sou, na sexta acompanhei, acompanhámos, a Procissão das Velas, fomos um pouco como as guarda-costas do andor que transportava a imagem...É bonito, que se pode dizer?...

Mas houve um momento que me fez confusão, ver que há pessoas que têm como último recurso uma Santa, que ela seja mesmo a sua última hipótese -Não querendo blasfemar, mas é verdadeiramente triste, dói.

Ver que não têm mais nada para que se virar, se ela não os ouvir, então ninguém os escutará.
É tão frio...só.
Não quero sequer imaginar a vida que a pobre senhora dos trapos e bengala tem vivido...Que seja a última.

"Estou a tentar, é um assunto estranho", é o outro espelho da sociedade que vive na caixa que a maior parte de nós tem nas salas - a televisão. Esta verdade não se vê com os olhos, tem de se tocar com as mãos, quanto mais não seja à distância de um pastel de belém...