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domingo, 27 de abril de 2008

DIA MUNDIAL DO RISO



...sim. É mesmo, dia 4 de Maio, é o Dia Mundial do Riso!

E por isso, Às 15h30, no Parque das Nações, podemos celebrar na Mega Sessão do Riso!

Porquê rir? - porque...
...queima as amigas calorias!
...solta energia positiva!
...liberta hormonas da boa disposição!
...desencadeia sensações de prazer!
...sabe bem!
...faz nos sentir felizes!

De certeza que as Mães gostarão, sim, porque 4 de Maio também é Dia da Mãe!

vejam mais em... www.diamundialdoriso.com

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Seven Days of the Week ^^



Moon-day - dia da Lua - Monday - Segunda-feira
Choose-day -dia de escolher - Tuesday - Terça-feira
Whens-day - dia dos "quandos" - Wednesday - Quarta-feira
First-day - primeiro dia - Thursday - Quinta-feira
Fry-day - dia de fritar - Friday - Sexta-feira
Sat-r-day - dia de sentar - Saturday - Sábado
Sun-day - dia do Sol - Sunday - Domingo

segunda-feira, 10 de março de 2008

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Dia 1!! (*Dia Mundial da Paz*, 2008 começou bem!!)


Salvador, adorei. Obrigada. Leiam também. Foi isto que fiz hoje ao acordar, são estas inspirações que precisamos para começar um ano. Porque a força de vontade se descobre, e porque todo e cada um pode estender uma mão e ajudar. Cativante.


1 de Janeiro, Primeiro Dia do Ano, chamem-lhe o que quiserem, estamos em 2008. Que seja um ano de união, uma nova contagem... e que todos os dias sejam dias de Paz.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Trono de cristal, Chapéu de papel


Aqui estou eu sentada no meu trono.
É assim que me mostro todos os dias aos que pouco conheço. Deve ser assim que me vêem, mas não sei ao certo, pois não conheço os seus olhos.
Sou orgulhosa, sim. Sempre que posso. É neste trono imaginário que dito as minhas sentenças.
Digo-lhes: não me perturbem. Pois este ilusório trono é feito de cristal. E a coroa que vêem, pousada delicadamente nos meus cabelos, esta instável. É na verdade um chapéu de papel.
Ás vezes agarro-me a ela, e mostro-vos, lá do alto do meu trono, como tenho razão.
Dizem-me que sim, acenam com a cabeça. Estão cansados. Cansados de mim. Mas é de vocês que eu preciso, até desses vossos acenos indiferentes…
Vocês é que me podem dar uma escada, ajudar-me na descida, deste trono banal que não me pertence.
É assim. Perto de vós, que conheço os olhos.
Os meus já vocês conhecem, mas é assim, de pertinho, que me descobrem o sorriso. Esse que não consigo esconder.

este foi o nosso natal...







domingo, 23 de dezembro de 2007

Nataliciamente


"É Natal, é Natal, tudo bate o pé..." - isto faz sentido!??

talvez não gostem do Natal por ser, agora, uma festa comercial..mas quero que saibam que só o é se quiserem..

Já pensaram? Têm mãos para quê? Pés para quê? Façam as vossas proprias prendas! Garanto que os presenteados se sentem bem mais especiais.

E já que o Natal é quando o Homem quiser... façam o Natal quando quiserem..todos os dias seria o melhor...já que no Natal as pessoas tendem a ser mais pacíficas...mesmo que forçosamente...

Acho que se assim fosse também não haveria tantos esgotamentos e crises nesta época...

desejo-vos um

FELIZ NATAL...

sorriam, aproveitem, sejam crianças.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

sem título (provavelmete de 2005/06)


Expliquem-me a mim,
que não entendo:
Como me posso expressar
se nem a mais profunda das dores
me é permitida?
Serei assim tão ingénua?
Alma de artista incompreendida
Como posso ajudar
se não conhecer o problema?
Porquê tão grande diferença
entre cruel dor latejante
e euforia dos céus?
Expliquem-me a mim,
Que não compreendo:
Serei assim tão diferente?
Chegarei ao ponto,
de me sentir deslocada?
A coisa que mais odeio é esta vida:
atribulado romance
em que todos têm um papel
menos eu,
que improviso!
Apenas eu me exponho,
como sou verdadeiramente,
mas nem isso posso,
dou por mim a sorrir,
quando na verdade estou a chorar.
Todos se querem assemelhar
escondem a sua verdadeira vida...
A vergonha que sentem
apenas por não combinar...
Outros ainda, se querem destacar
acabando por cometer
tão grande crime que é plagiar!
Não percebo este mundo cruel:
se apenas neste palco
posso gritar
odiado teatro
onde apenas disponho de uma oportunidade.
Depois acabou.
Não tenho vida,
não tenho alma,
não tenho corpo,
não tenho ninguém.
Duvido que continue com esta vontade de gritar
sentimentos desassossegantes,
odiosos,
talvez desconhecidos,
fervilham em mim!
Gritar
Chorar
Até não me lembrar
do que estava antes a murmurar...
Pois é essa a impressão que tenho..
Como gritar
se voz não tenho?
Cruel espectador,
porque assistes?
Porque não te vais embora,
e desistes?
Mas se ficares,
prometes contar-me já
o final deste teatro,
que de cor já conheces?
Conta-me tudo,
pois se bem te lembras
estou a improvisar
e uma ajuda
vinha mesmo a calhar.
A fúria que tinha,
já não tenho,
mas fica sabendo:
que volta
como um rebanho..
Grandes injustiças a vão despoletar
E tu, que tens o guião
com o tempo perdes-te nas folhas
pois à medida
que ris e ressonas...
eu, experiência ganho
e finalmente um papel
nesse teu guião.
Um papel
que na verdade
sempre me pertenceu
sempre fui e sempre serei
mais uma artista incompreendida
O meu caminho me espera por esse guião fora...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Silêncio de vida


Só eu contemplo as suas caras concentradas, pesadas, inertes.


Só o meu respirar se ouve.


Eis que caem. Não sei bem para onde.


E no seu silêncio levam-me consigo.


Já não se ouve o meu respirar.


Os talheres estão cansados, frios, pesados, parados.


A sua conversa ocorre..mas silencia ainda mais o silêncio.


É este o nosso escuro. Pesado, onde não há golfadas de ar... Perderam-se.
Cairam.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

A Ânsia do Tempo

E quando o tempo não passa

e os relógios não andam
A ânsia fervilha
numa frágil tacinha

O tempo não anda
Não pára de não andar
Não avança
Não se cansa
Alguém o faça mudar!

Parados
todos estamos
e cansados
do tempo duvidamos

Tamborilamos
Assobiamos e gritamos
Pois cansados estamos
do tempo esperar

Estamos acorrentados
a este lugar
Por favor
alguém convença o tempo a andar!

Já de unhas roídas
(e boca arreganhada
que não tarda a espumar!)
É raiva sintética
fruto do tempo parar.

E em delírios meio apagados,
estamos conscientes,
mas sonhados.
Fatigados.

Sabemos que nem um tudo nada mudou.
Só que a nossa vela ainda não se apagou.
Para a minha Família.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Filosofando?, Não sei.


Apresento-vos mais uma das minhas espirais de pensamento, durante um aula de filosofia em que provavelmente deveria ter estado a prestar atenção:

A tua ilusão é a minha realidade.
Da ilusão nasce a realidade.
A inexistência traz o ser.
A vontade dá o resultado.
A vontade é a razão.
Sem liberdade não há escolhas.
Sem escolhas não há valores.
Sem liberdade não há valores.

______________________________

EU NÃO SEI.
Não sei.

Posso não poder fazer escolhas, mas mesmo não sendo livre posso ter valores.. - Não sei.
Eu sou a minha reflexão. A Humanidade é a sua consciência. - Não sei.
"Só sei que nada sei." - Não sei.
Tudo é relativo, apenas depende da sua definição. - Não sei.
Sei, Sei, Sensei - Não sei.
Se não sei o que sei, o que sei? - Não sei.
A minha realidade é minha, tudo se pode fazer. - Não sei.


EU NÃO SEI, EU PENSO - EU NÃO SEI.
O que chamo pensar, pode não ser verdadeiramente pensar, por isso não sei. - Não sei.~

Não sei - Não sei que não sei, não sei que não sei que não sei - Não sei.


E se souber? - Não sei.

O que é que eu sei?
O que é que é saber?

E que tal: Não sei. ?

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Confessions of a Sand Box - parte III


Bem...caros leitores..isto de vida de gato, ao contrario do que se diz por ai..não é fácil..muito menos a de gato escritor..e tudo porque decidiram fechar a a porta do escritorio...


Ora bem, relatando os últimos tempos aqui em casa...


Aqui a dona (do blog), queixa-se de não saber estudar..e parece estar numa de estragar as suas células epitileais...primeiro ao tentar enfiar-me dentro da gaiola para ir...pronto, já sabem, ao VE-TE-RI-NÁ-RIO...e obviamente tod a familia quis dar numa de profissional ao tentar enfiar-me la dentro..depois porque vá..a culpa é dela, assustou-me e eu saltei até ao tecto..arranhando-a pelo caminho...e depois não sei o quê... uma sobremesa..e um facalhão a cortar um marmelo ou o que era..pimbas lá foi um dedo...(e é mesmo chata..está sempre a mostrar o corte a toda a gente!)

Depois foram todos dar um passeio..mas nãããããoooo..como são HUMANOS não levam trela..e depois veem com desculpas..ah-e-tal mas nós só vamos à FIL..à Arte Lisboa..poispois

Aqui o menino da aldeia não pode ir porquê? que eu saiba há um dia especial na FIL só para animais...porque é que nunca me levam hein???


por isso tem sido esta a minha semana...estranha...


adeus meus caros..

Z. Saramago

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

sou mesmo desajeitada

Só eu para "enfornar" macaronni cheese...



... e desenforná-lo desmacaronnizado!!! :S
pelos vistos e provados nem sempre filho de peixe sabe nadar...

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Hey there Delilah - Plain White T's


Hey there Delilah
What's it like in New York City?
I'm a thousand miles away
But girl tonight you look so pretty
Yes you doTimes Square can't shine as bright as you
I swear it's true

Hey there Delilah
Don't you worry about the distance
I'm right there if you get lonely
Give this song another listen
Close your eyes
Listen to my voice it's my disguise
I'm by your side

Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
What you do to me

Hey there Delilah
I know times are getting hard
But just believe me girl
Someday I'll pay the bills with this guitar
We'll have it goodWe'll have the life we knew we would
My word is good

Hey there Delilah
I've got so much left to say
If every simple song I wrote to you
Would take your breath awayI'd write it all
Even more in love with me you'd fall
We'd have it all
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me

A thousand miles seems pretty far
But they've got planes and trains and cars
I'd walk to you if I had no other way
Our friends would all make fun of us
and we'll just laugh along because we know
That none of them have felt this way

Delilah I can promise you
That by the time we get through
The world will never ever be the same
And you're to blame

Hey there Delilah
You be good and don't you miss me
Two more years and you'll be done with school
And I'll be making history like I do
You'll know it's all because of you
We can do whatever we want to
Hey there Delilah here's to you
This ones for you

Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
What you do to me.

A Liberdade e as Cerejas - Junho 2006


Há muitos tipos de Liberdade, desde a Liberdade de expressão, à Liberdade religiosa, passando pela Liberdade política...
Quando pesquisamos na Internet o que é a Liberdade, aparecem-nos caixas de texto assim....

“Em filosofia, há várias concepções de liberdade, umas bastante distintas das outras. As teorias da liberdade dizem respeito à metafísica e à ética, à política. A liberdade é uma noção que designa, de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do humano. De maneira positiva, ela designa a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários...”

...mas acho que a Liberdade é mais do que isso. Está certo que ela é um direito mas acaba por se tornar uma responsabilidade. Devemos estimar aquilo de que gostamos. Infelizmente muitas vezes apenas nos apercebemos do que gostávamos até o perdermos...
Não sei como é perder a liberdade, pois acho que sempre a tive (se bem que não devemos tomar tudo por garantido!) mas imagino que seja algo de muito doloroso...
A Liberdade é uma coisa que nos vai sendo cedida, por exemplo, quando somos pequenos temos liberdade para fazer umas coisas mas outras já não... e como tudo, isso é algo que mudará com o tempo...
A Liberdade é uma coisa que necessita de ser construída...
Imaginemos que não tínhamos Liberdade de expressão, viveríamos num mundo frio, feito de tabus e ninguém poderia (ou pelo menos não teria autorização!) para se opor a esse mesmo mundo de fala-se-disto-e-só-disto-e-de-mais-coisa-alguma.
Já passámos por muitas faltas de Liberdade, desde perseguições religiosas, aos tempos anteriores ao 25 de Abril...
O mais surpreendente é que ela necessita de ser controlada. Quem diria, a própria Liberdade a ser controlada!, mas é isso mesmo! Porque tudo tem de ter algum limite, desde a violência, até ao amor, e passando também pela Liberdade!
Pois se não fosse, como viveríamos!? Seríamos uns pobres descontrolados a fazer tudo o que nos vinha à cabeça, e nisto ultrapassaríamos a barreira dos direitos dos outros, mesmo que estes não estivessem enumerados...
E talvez já tenha sido assim, até que algum génio incompreendido se tenha lembrado de que talvez fosse melhor começar a controlar um pouco essa tal Liberdade. Esse génio deve ter sido considerado um ditador nos seus tempos, mas não terá sido o único...mesmo que tenha sido o primeiro!
Acho que ao redigir este texto consegui encontrar a minha definição para Liberdade, a Liberdade é a ténue linha que separa o descontrolo da ditadura total. E tal como o suposto génio talvez não seja imediatamente compreendida...
Apenas digo que a Liberdade tem de ser mantida e cuidada...
E, se repararmos, quando se fala de Liberdade, fala-se automaticamente de autorizações, de ditaduras, de escolhas...
..mas sabem como é, as conversas são como as cerejas..."

sábado, 20 de outubro de 2007

O Sonho da Lua


Escape sagrado,
segredo mil vezes contado,
onde as folhas sibilam
e as aves dançam
onde os pés tocam a água
e a chuva lava a cara
onde a dor não dói
e o tempo passa
onde as mãos se dão
e os pés dançam
no ritmo das folhas sibilantes e das aves dançantes
bailemos no vento
velho amigo do mar salgado
salgados são os peixes
brilhantes e luzidios
e os gatos,
ladrões da meia-noite
de banquetes da lua
onde as estrelas tocam o céu
e o céu toca as estrelas
onde as nuvens não passam de sonhos
sonhos esses que de imaginários ou inatingíveis nada têm
dá me esse teu sonho
esse ladrão da meia-noite
esse peixe salgado
essa tua mão calorosa e seca
feita areia do deserto,
lavado pelo sal do mar
onde nada o peixe brilhante
amigo do gato-ladrão
e do vento e do mar.

Onde me levas Lua?

Quem sou? / Vou arranjar um "e"


Hoje percebi que não sei quem sou...quer dizer, eu sou eu, mas o que é que isto quer dizer??
Não sei o que os outros vêem...Não sei o que ver...
Mas sei o que não sou...(e já não posso dizer "só sei que nada sei.."!)
Não sou...-Nem sei!
Não saber é irritante, misterioso, e não saber como saber é ainda mais!
Disseram-me que é muito dificíl saber realmente como os outros me vêem..mas será que quero saber sequer?? Valerá a pena? E se eu não gostar? Se me arrepender? - Não posso.
Saberei quando tiver de saber...
Mas por agora o "eu sou eu", ou a variante "sou quem sou" terão de chegar! Porque senão começo num rodopio de pensamentos em que fico estática e sinto-me vazia de tudo e sugada daquilo que ainda não sei o que sou... - Puxa! É difícil ser sugada de uma coisa que não sei o que é...
É que não posso dizer "Olá, sou a "Maria" e..." porque não tenho um "e", há algumas mas acho que não são suficientememente definidoras de mim, ei-las:


Hipotese A - "Olá sou a "Maria" e quando chego a casa descalço-me e atiro-me para o sofá."
Hipotese B - "Olá sou a "Maria" e como iogurtes."
Hipotese C - "Olá sou a "Maria"e ..." - nesta altura finjo que desmaio e os meus ouvintes ficam em suspense para saberem o meu "e"...

Já imaginaram ir a uma entrevista de emprego, ou mesmo numa simples conversa, apresentar-me e usar alguma delas?? - fogo! até esta frase tem um "e"
Não são viáveis nem plausiveis, e não posso usá-las para sempre...
Será que preciso de um "e"? Não posso ser a miúda sem "e"? Mas depois esse seria o meu "e"!

Que labirinto!
P.S. A razão principal pela qual não posso dizer "Olá sou a "Maria" e..."
... é que eu não me chamo Maria!:)

domingo, 14 de outubro de 2007


Como guia que sou, na sexta acompanhei, acompanhámos, a Procissão das Velas, fomos um pouco como as guarda-costas do andor que transportava a imagem...É bonito, que se pode dizer?...

Mas houve um momento que me fez confusão, ver que há pessoas que têm como último recurso uma Santa, que ela seja mesmo a sua última hipótese -Não querendo blasfemar, mas é verdadeiramente triste, dói.

Ver que não têm mais nada para que se virar, se ela não os ouvir, então ninguém os escutará.
É tão frio...só.
Não quero sequer imaginar a vida que a pobre senhora dos trapos e bengala tem vivido...Que seja a última.

"Estou a tentar, é um assunto estranho", é o outro espelho da sociedade que vive na caixa que a maior parte de nós tem nas salas - a televisão. Esta verdade não se vê com os olhos, tem de se tocar com as mãos, quanto mais não seja à distância de um pastel de belém...

sábado, 6 de outubro de 2007

Rent - Seasons of Love - 525,600 minutes


E porque a música é o caminho para o coração, aqui está a (talvez mal escrita) letra de entrada do filme Rent, que me foi emprestado (obrigada Avô Arnaldo da Bibi!) :


"525,600 minutes
525,600 moments so dear
525.600 minutes
How do you measure,
measure a year?
In daylights?
In sunsets?
In midnights?
In cups of coffee?
In inches?
In miles?
In laughter?
In strife?
In 525,600 minutes,
How do you measure a year in the life?
How about love?
How about love?
How about love?
Measure in love.
Seasons of love..!
Seasons of love..!
525,600 minutes
525,600 journeys to plan
525,600 minutes
How do you measure the life of a woman or man?
In truths that she learned or in times that he cried?
In the bridges he burned or in the way that she died?
It's time now, to sing out, tho' the story never ends..
Let's celebrate,
Remember a year
In the life of friends
Remember that love
Remember that love
Remember that love
Measure your life in love..
Seasons of love..!
Seasons of love..!
Measure your life in love."

Rent - Jonathan Larson

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Vida Matemática


Tal como filósofos em busca da derradeira verdade, nós buscamos o x.
Assim é a vida de um aprendiz de matemática...